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Aumento do crédito malparado obriga empresas a reforçar equipas de cobrança

O aumento do número de clientes que não consegue pagar as prestações de crédito ao consumo obrigou as empresas que operam neste segmento a reforçar as equipas de cobrança de dívidas. Na Cofidis, os inúmeros telefonemas de pessoas a avisar que não vão conseguir pagar as próximas prestações de crédito, levou mesmo a direcção da empresa a criar um departamento específico só para responder a estes casos.
O divórcio é uma das principais causas para o incumprimento das dívidas bancárias.

O divórcio é uma das principais causas para o incumprimento das dívidas bancárias. As instituições financeiras calculam que um terço do crédito malparado se deve ao fim do casamento. Incumprimento das dívidas bancárias Divórcio por trás de mais de 800 milhões de euros de dívidas Deco com mais casos de sobreendividamento Pedidos de ajuda relativos à ruptura de casamentos são 15 por cento Segundo o Correio da Manhã, só nos primeiros cinco meses do ano, o divórcio esteve na origem de 800 milhões de euros de dívidas incobráveis. À Deco chegam, cada vez mais, casos de sobreendividamento. 15 por cento dos pedidos de ajuda estão relacionados com a ruptura de casamentos e uniões de facto.
Comércio contrai 18% este ano e recupera pouco em 2010

O comércio mundial vai contrair-se 18 por cento este ano e "recuperar ligeiramente" no próximo ano, indicam as últimas projecções da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). No documento que analisa as principais tendências e desafios na Europa nos próximos anos, a OCDE considera que "as mais recentes projecções indicam um declínio do comércio mundial de 18 por cento em 2009, a maior queda em décadas, e uma recuperação ligeira em 2010".
Valor do malparado no crédito às empresas mais do que duplica num ano

O crédito concedido às empresas em Julho aumentou 7,17 por cento, face ao período homólogo de 2008, mas o valor do malparado subiu para mais de o dobro do registado há um ano, indicou hoje o Banco de Portugal. Segundo o Boletim Estatístico de Setembro, o crédito às empresas em Julho foi superior em 8,4 mil milhões ao registado em Julho de 2008, mais 7,17 por cento, com o malparado a atingir os 4,29 mil milhões de euros do total do crédito concedido.
Crédito aumentou 1,18%, malparado cresceu para 2,71%

O crédito concedido às famílias aumentou 1,18 por cento em Julho, face ao período homólogo de 2008 e o peso do malparado aumentou para 2,71 por cento, quando em Julho de 2008 representava 2,05 por cento dos créditos concedidos. O crédito concedido às famílias aumentou 1,18 por cento em Julho, face ao período homólogo de 2008 e o peso do malparado aumentou para 2,71 por cento, quando em Julho de 2008 representava 2,05 por cento dos créditos concedidos.
PME com maiores dificuldades em obter crédito

As pequenas e médias empresas da zona euro consideram ter sido mais díficil conseguir financiamento no primeiro semestre deste ano e não esperam uma melhoria no segundo, mostra um inquérito do Banco Central Europeu (BCE) hoje divulgado. Publicando os resultados do seu primeiro inquérito junto das PME, o BCE disse ter havido "uma deterioração das disponibilidades de financiamento externo" e que para o futuro, "a maioria das PME espera que a sua capacidade em obter financiamentos se mantenha largamente inalterada".
A fábrica de calçado Rohde, em Santa Maria da Feira, vai entrar em processo de insolvência.

A fábrica de calçado Rohde, em Santa Maria da Feira, vai entrar em processo de insolvência. Os 984 trabalhadores foram esta manhã informados acerca da falência pela administração, que também vai aplicar um processo de ‘lay off’ a metade dos trabalhadores devido à falta de encomendas, apurou o DN.
Empresas evitam divulgar dívidas do Estado

A lista oficial ficou vazia este ano. Mesmo credoras do Estado, as empresas não querem ver o seu nome publicado. Depois de contemplar só três nomes de empresas no ano passado, a lista de credores do Estado está vazia este ano. O Governo diz que é o resultado do esforço de regularização de dívidas, mas tudo indica que são as próprias empresas que não querem o seu nome divulgado.
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